segunda-feira, 4 de junho de 2018
Olá boa tarde minhas caras leitoras e seguidoras.
Segunda-feira, 4 de junho. Esta é oficialmente a primeira segunda-feira do mês. É com algum entusiasmo, euforia e até mesmo algum otimismo que pretendo começar mais uma semana.
Vou falar de um tema que certamente vos é muito familiar. O amor. Mas afinal, o que é o amor? Será que ainda existe o amor verdadeiro? No fundo valerá a pena passar a vida toda literalmente atrás de um amor impossível? Enfim existem um sem números de perguntas, para as quais não há uma resposta concreta
Para mim o amor, implica respeito, tolerância e acima de tudo aceitação. Amar é tentar compreender o outro, é dar um pouco de si. Em períodos mais difíceis, por vezes é ceder. Por outro lado é dizer eu gosto de ti. Quando é necessário mostrar alguma gratidão. É abraçar, beijar. Sobretudo sentir e não guardar aquilo que nos vai na alma.
O amor pode ser entre uma mãe e um filho, Entre um homem e uma mulher. Uma amizade entre duas pessoas independentemente do género é a forma mais pura e genuína de gostar de alguém.
Seja como for, o essencial é não deixar morrer o amor. Demonstrar os nosso afetos. Ouvir alguém sempre que for preciso. Rir, chorar. O crucial é que no dia a dia tenhamos este tipo de atitude. Que nos importamos com os demais e que podem contar connosco. Pois o amor é como uma planta e tem de ser estimado.
Contudo não podemos sufocar as outras pessoas. Por outras palavras não estar a toda a hora a exigir demais e a querer que elas só olhem para nós e nos façam a vontade. Amar também é saber afastar-se e dar espaço.
Em suma, amem, riam e além disso vivam a vida da melhor maneira.
Aqui fica a frase:
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