terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
Olá bom dia, minhas queridas leitoras e seguidoras.
Terça-feira, 26 de Fevereiro. O fim de semana correu bem? Passearam muito? Desfrutaram deste tempo maravilhoso?. Posso dizer que o meu fim de semana foi completamente único e até mesmo muito inspirador. Vá vou deixar me de rodeios e ir direta ao assunto. Querem saber como foram os óscares?
Provavelmente não será difícil adivinhar. Contudo não estive literalmente a noite toda a ver a noite mais ansiosa e glamorosa do momento, os óscares. Caso contrário estaria como o tom, dos desenhos animados « Tom and Jerry», definitivamente com palitos nos olhos para não quer fechar olhos e adormecer.
Pelo que eu li, a noite dos óscares foi uma verdadeira surpresa. É tão bom quando a vida nos surpreende. Na categoria de melhor filme, o vencedor foi « Green Book», em português, um guia para uma vida feliz ou guia para amizade.
Este filme relata uma amizade improvável entre um motorista branco e um músico negro. Uma trama emocionante, incrível e superou as minhas expetativas. A meu ver uma obra cinematográfica. Contudo, vou agora desvendar um pouco sobre esta história magnifica.
Ao longo deste filme vemos cenas impressionante e até mesmo tocantes. Um músico negro que vem provar que os negros na década dos anos 60 não sabem apenas tocar jazz, dançar e não tem modos. Esta personagem brilhantemente interpretada por Marshala ali faz cair imensos preconceitos por terra. Ele não é apenas somente mais um músico. É um génio em todos os sentidos da palavra. Toca piano como ninguém e encanta ao tocar alguns dos génios da música clássica. Um verdadeiro virtuoso.
Por outro lado, temos a personagem de Viggo Mortensen, um homem rude, sem modos, que não consegue estar nem um minuto sem dizer uma asneira. Um imigrante de ascendência italiana com sangue a correr nas veias. Seria praticamente impossível um homem fino como « Don Shirley » se relaciona-se com Tony lip( Viggo Mortensen).
Todavia ao longo da trama vê-se que quando nasce uma amizade verdadeira não há barreiras. Vemos de um lado um motorista branco que começa a conhecer o outro lado da vida do músico Don Shirely. Que nem tudo é um mar de rosas. Apesar de terem vidas completamente diferentes podem ser amigos. Posso dizer que o músico aprende a descontrair e o motorista até começa a falar melhor.
Há momentos inesperados e de verdadeira cumplicidade entre o músico e o motorista. Momentos tristes que que me emocionei. Tanto do lado de Don Shirley. Como do lado de Tony Lip. Uma amizade que mostra o amor, o sorriso , a ternura na sua forma mais sublime. Mais não digo. Duas vidas e duas pessoas mudadas para sempre.
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