domingo, 8 de novembro de 2020

 

Olá boa tarde, minhas queridas leitoras e seguidoras.

Domingo, 8 de Novembro. Como o dia acordou incrivelmente solarengo. Aparentemente, a chuva deu uma trégua? Será que finalmente, vamos ter um dia de sol? Honestamente, espero bem que sim. Hoje inclusivamente, até vesti a minha camisola de malha amarela. Então porquê? Evidentemente, para chamar o bom tempo. Principalmente, para trazer boas energias. Normalmente, o amarelo está associado á prosperidade e ao dinheiro. Recomendo vivamente, que neste dia usem uma cor garrida. Tonalidades consideravelmente fortes, geralmente dão sorte. Visto que hoje é domingo, podem perfeitamente aproveitar para ver um bom filme. Eventualmente, ver uma série nova. Vejam atentamente, a programação do canal Hollywood e do Anx Movies. Basicamente, por um motivo. Durante sensivelmente, oito dias festejou-se o dia mundial do cinema. Vejam exaustivamente, boas películas até saberem de cor as falas. Preparem rapidamente, os petiscos. Digo encarecidamente, tem tudo para ser uma tarde em grande.

Mudando, drasticamente de assunto. Hoje celebra-se, o dia mundial da Alimentação. Quando falamos de comida, associamos automaticamente, a bons momentos. Há determinados pratos, que momentaneamente nos fazem viajar a recordações de infância. 

Primeiramente, vou fazer um enquadramento. Os romanos sentavam-se á mesa e ficavam, literalmente dias e dias a fio sentados á mesa. Um mesa infinitamente repleta de iguarias a perder de vista. Doces, salgados, carne, peixe. Praticamente, o mesmo almoço prolongava-se durante semanas. Acredito piamente, que nem se mexiam para não perder o lugar.

Mais tardiamente, no século XVII, temos o reinado da Rainha Vitória. Um rainha que era loucamente vidrada em comida. Alegadamente, sentava-se á mesa e nunca mais saía. Comia muito freneticamente. Curiosamente, tinha que estar tudo do seu agrado, Se não ficaria extremamente mal disposta e não diria mais nada durante toda a refeição. Simultaneamente, nessa altura descobriram-se novas técnicas de cozinha. Novos instrumentos. Supostamente, novos truques. Esteticamente tinha que ser tudo lindíssimo. Visualmente, quase como se fosse um quadro. Precisamente, nessa altura nasceu, O pão de ló da Rainha Vitória.

Atualmente? Há aproximadamente uns anos atrás conheci uma senhora, uma pessoa uma alma nobre. Cozinhava maravilhosamente bem. Preocupava-se essencialmente, em que estivessem todos satisfeitos. Simplesmente, não queria ver ninguém sem comer. Gostava particularmente, de ver o sorriso espalhada na cara das pessoas. Fico genuinamente, feliz que tenha gostado. Naturalmente, queria saber se o prato estava bom. A sua comida facilmente, agregava as pessoas. Almoços em que estava horas e horas a comer tranquilamente. Entre as refeições, havia espaço para a conversa. Ria-se descaradamente, das mesmas piadas. E os jantares? Cada pratada, como se dizia habitualmente. Há pessoas que duram eternamente. As memórias, as lembranças. Emocionalmente, irei ficar para sempre marcada. Surpreendentemente, pela magia que esta pessoa tinha ao cozinhar. E o amor, que passava instaneamente para a comida. 

Este dia tem que ser devidamente, festejado. Comam o vosso prato perdileto. Façam um bolo de cenoura ou de maça. Partilhem, riem e conversem sobre comidas que irão para sempre claramente fazer parte de nós.


Mudando radicalmente, de assunto. Hoje vou falar mais propriamente de casacos.

Quem não queria cantar lindamente, como a Macy Gray, Ser a rainha do ritual de beleza, como a Cleópatra. Ter o cabelo assustadoramente comprido, como a Rapunzel, Ser politicamente influente, como a Nefrititi? Ser fortemente ativista como a Viola Davis? Adoraria. Doar generosamente, como Elizabeth Taylor. Andar elegantemente, vestida como Audrey Hepburn. Ter uma pela como seda, justamente como a branca de neve. Ter imensos sapatos como a Barbie, obviamente. Ter tantas bolsas, como uma diva de cinema. Ser indiscutivelmente a melhor mais bonita a face da terra, como Marylin Monroe.

Porém há algo que me escapa. Digo categoricamente, que são casacos. Um casaco transforma, completamente uma mulher. Se for comprido? Ficamos, logo diferentes. Destacamo-nos no meu da concorrência. Como dia, perentoriamente Coco Chanel: a moda passa, o estilo fica.

O casaco de tweed, é nitidamente um clássico. Mas isso não tem que necessariamente, ser mau. Podemos pegar numa peça assim e adapta imediatamente, ao nosso estilo. Um casaco, umas calças de ganga e uma gola alta. Ficamos impecavelmente, arranjadas em poucos segundos.

E é um casaco que pode ser usado de dia como alternadamente de noite, dado á sua versatilidade.

Cara, de princesa, Cabelo de diva de cinema. Um roupa, magnificamente bela. Uns sapatos, de Cinderela. E um casaco verdadeiramente, impressionante.

Aqui fica o modelo:


Prontas para arrasar? 


 




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