Olá boa tarde minhas queridas leitoras e seguidoras.
12 de Julho de 2022, Terça-feira.
Visto que o tema do dia é o calor. Vou falar mais concretamente sobre o verão. Mas desta vez numa perspetiva completamente diferente. O verão leva-nos automaticamente para o nosso palácio das memórias. Primeiramente, o que é o palácio das memórias. Quando temos uma boa recordação de um sitio, essa fica imediatamente guardada nessa zona do nosso cérebro. Mais tardiamente, se vivenciamos algo semelhante dizemos categoricamente: eu já fui genuinamente feliz nesta altura.
Isto quer dizer que esta derradeiramente na hora de que? De criar novas lembranças, novos momentos e principalmente novas histórias.
O que faz do verão uma estação verdadeiramente memorável? É a maneira como o vivemos. Primeiramente, voltar aos convívios. Estar infinitamente repleto de pessoas, poder falar ininterruptamente sobre tudo e mais alguma coisa. Rir escandalosamente, das mesmas piadas. Conhecer mais aprofundadamente alguém. Hipoteticamente, acrescentar novas amizades. Efetivamente, algo a ter em conta. Estar essencialmente, rodeada de quem nos faz bem. Pois no verão os relógios estão sorrateiramente escondidos. Porque? A vida não se cinge unicamente, ao que está marcado. Estar sentado relaxadamente numa cadeira, a conversar continuamente.
E o churrasco? Comer absurdamente, é o mote. Comer uma bifana no pão, com o molho a escorrer. Comer repetidamente, uma espetada de lulas. Pois uma não chega. Comer um bela posta de bacalhau assada, regada levemente com um fio de azeite. Claramente , se ainda houver espaço na barriga comer uma fatia de ananas assado.
Assistir a um espetáculo de rua. Ver de perto, a magia a acontecer. Não importa minimamente, o que seja. Ir é basicamente a palavra de ordem. Convidem um amigo. Explorem algo novo. Precisamos urgentemente, de novas sensações e novas emoções. Podem perfeitamente, estar ao virar da esquina.
O que se gosta particularmente de fazer no verão? É dançar. Dançar exaustivamente, até o sol raiar.
Ouvir eternamente Duran Duran, é a melhor maneira de passar este verão escaldante.
Comprem um vestido novo. Instantaneamente divas. Um sorriso no rosto garantidamente, é a vossa imagem de marca agora. Pequenas coisas fazem nos lindamente.
Andar num baloiço panorâmico. Andar de teleférico. Rapidamente, surgem mais atividades.
Estão derradeiramente prontas para o melhor verão de sempre? Eu estou. Embarquem juntamente comigo nesta aventura, que é a vida.
Mudando radicalmente de assunto. Hoje vou falar mais concretamente, sobre o meu vestido perdileto.
Vou contar-vos sumariamente, a história desse vestido.
Andava eu desperadamente á procura de um vestido e quase a desistir. Subitamente, olho para uma montra. É justamente, este que eu quero. Entrei na loja. fui diretamente, ao vestiário. Experimentei-o. Combina maravilhosamente bem, comigo. É colorido e concomitantemente diferente. Foi feito e quase me arrisco a dizer desenhado propositadamente para mim. Sinceramente, até sai assim da loja. Mas não, ainda é cedo. Vou usá-lo, futuramente. Cabeças vão girar. Mulheres vão olhar. Vou me sentir magnificamente. Vou andar confiantemente. Pois é assim precisamente, que uma roupa me deve sentir.
Aqui fica o vestido:

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