Boa tarde, minhas queridas seguidoras e leitoras.
1 de Fevereiro de 2023, Quarta-feira.
Como eu aguardava, ansiosamente por este mês. Então porquê? Este é inquestionavelmente o mês mais romântico do ano. Dificilmente, fico indiferente. Pois eu sou assumidamente romântica. Visto que este artigo vai ser inteiramente dedicado: ao amor. Primeiramente, o que é o amor? O amor é uma palavra com apenas quarta letras. É aparentemente pequena. Isso não quer dizer absolutamente nada. Desenganem-se, pois a sua grandiosidade, magnitude e inclusivamente poder é verdadeiramente avassaladora. Este sentimento é tão forte, que nem sempre cabe dentro do peito. Quando eu gosto genuinamente de alguém, quero que todo o mundo saiba. Como se diz habitualmente; gritar aos quatro ventos. Quando o coração bate freneticamente. Quero partilhar com toda a gente. Obviamente, o amor também montanhas. Isto quer dizer, que se luta incansavelmente para dar o amor ao príncipe encantado. O amor não tem barreiras. Momentaneamente mergulha-se numa paixão. Foco-me unicamente na pessoa, no que posso fazer por ela, quero trata-la respeitosamente, quero partilhar os melhores momentos, rir escandalosamente, quero descobrir mais sobre este ser extraordinariamente incrível e hipoteticamente ser um dia o casal do ano. O amor cura. Sim é verdade. O amor pode perfeitamente auxiliar-nos e dar-nos força para continuar. Mesmo quando remamos contra a maré. O amor transforma radicalmente, a vida. Já me aconteceu. Sinceramente, via o mundo de uma outra forma. Acreditava piamente, que este seria o ingrediente para modificar a vida de quem estivesse á minha volta. Há uma frase que uso exaustivamente na minha vida; O amor torna o mundo num sitio substancialmente melhor. Basicamente, basta usarmos o amor nas pequenas coisas que tudo muda instantaneamente. Por exemplo: gosto particularmente de conversar. Sei claramente, que uma palavra minha a uma pessoa que esteja a atravessar uma fase extremamente delicada, pode ser vista evidentemente como algo efetivamente benéfico. Escrevo apaixonadamente. Sim, é algo que me revejo há algum tempo. Escrevo principalmente, para deixar a minha marca no espaço digital mas não só escrevo essencialmente, pois amo partilhar as vivências, histórias e tudo o que acontece comigo.
Honestamente, fotografia é um outro amor. Se um dia eventualmente poder viver dos dois. Quem sabe se não penso seriamente nesse assunto. E a música? Amo loucamente, essa área. Ouço exaustivamente, a mesma canção. Ultimamente, tenho partilhado o que tenho ouvido. Francamente, sempre que escuto uma boa melodia, sinto me revigorada. Talvez, futuramente partilhe o que esteje a ouvir. Vou decididamente partilhar agora: Europe « Open your herat», White Lion « wait» , The Cure « pictures of you», Depeche Mode «walking in my shoes», Tears for fears « shout », e nomeadamente Billy Idol « eyes without a face».
Poemas de amor? São ousadamente clássicos. Mas não só. Escrever propositadamente para alguém? É indubitavelmente uma ode ao amor.
Escrever uma carta de amor? um hino a este sentimento.
O amor não se resume exclusivamente ás palavras. Há algo que deixa qualquer pessoa surpreendentemente agradada. Estou a falar mais concretamente, dos abraços. Pessoalmente, adoro. Se inesperadamente o fizerem? Ainda melhor. E os beijos? roubados? definitivamente melhor. Atrevidos? incontestavelmente melhor. Á cinema? querem-se desperadamente.
Tenho de dizer publicamente. Eu dificilmente resisto a um urso de peluche. Fico completamente apanhada pelos grandes. Subitamente imagino-me a abraça-los calorosamente. Quero desperadamente ter um no meu quarto.
Indubitavelmente amo flores. O ato de receber flores, é indiscutivelmente a maior prova de amor que pode haver por uma pessoa.
Portanto este mês, recomendo vivamente que:
Amem intensamente;
Beijem loucamente;
Abracem calorosamente:
Espalhem a magia do amor por onde quer que passem:
Decididamente que o amor seja o mote para uma vida melhor.
Repentinamente lembro-me. Estranhamente, há algo que me escapa. Falta urgentemente uma canção.
Hoje escolhi propositadamente para as minhas queridas, a faixa: « Right here waiting for you», do incomparavelmente talentoso Richard Marx.
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